Usando a autorresponsabilidade para mudar de vida

Você já pensou em quantas vezes você realmente tomou as rédias das situações? Se sentiu dono de si e de sua vida? Aposto que assim como eu, foram muitas poucas vezes. Nota-se, nesses momentos, que todos tem controle sobre a sua vida, menos você. A sociedade escolhe suas roupas, os chefes controlam o quão profissional você é ou deve ser, ou seja, você apenas sobrevive a todas essas ordens. E quando se chega em um certo momento, as consequências dessa passividade aparecem. Você recebe um “não” em um projeto que você se dedicou tanto para fazer e aplicar, os relacionamentos sociais são ruins, a empresa não da lucro. Enfim, tudo vai de mal a pior. Nesse momento é que se começa os pensamentos de responsabilizar o universo pelos seus erros e fracassos e não de ter autorresponsabilidade.

São pensamentos simples como “aconteceu isso por que o meu chefe”, “o universo só falha comigo”, “eu sou muito azarado” entre outros. São nesses momentos, de frustração (que todos temos) que são separadas pessoas com pensamento vencedor de pessoas comuns.

Ai você vai me dizer, “eu quero ter pensamento de vencedor”, eis que hoje eu vou te dizer como você irá começar a trilhar esse caminho. Primeiro, é importante saber o que significa a autorresponsabilidade. Essa palavra significa você entender que você é o que controla como a sua vida está e como as coisas acontecem. Mas calma, não estou dizendo que você é responsável por “querer” uma situação complicada (como um doença por exemplo). Quero dizer que você é responsável por como se conduz essa situação e qual fim ela terá.

Estou lendo um livro que se chama O poder da ação do autor Paulo Vieira (vou deixar o link para vocês baixarem de graça). Nesse livro o autor fala sobre as seis leis para conquistar a autorresponsabilidade e me chamou muito a atenção. E no post dessa semana, eu vim trazer o meu entendimento e as minhas experiências baseadas nessas seis leis.

Lei 1 – não criticar as pessoas

Quem nunca ouvir a frase “não me leve a mal, é uma critica construtiva”, não sabe o ódio interno que dá.  Criticas não são construtivas, e se você quiser ajudar, você não critica-lá, você dará uma ideia. As vezes erramos no jeito de abordar a pessoa para sugeri-la algo, que tal mudarmos a forma de opinar na vida de alguém? Vale lembrar, que quando paremos de criticar conseguimos achar soluções mais rápidas, pois mudamos de foco. Além disso, somos responsáveis pela interpretação que a pessoa terá do que estamos querendo repassar para ela. Todo cuidado é pouco.

Lei 2 – não reclamar das circunstâncias

Eu sou a maga em reclamar, eu admito, e estou tentando mudar isso. Acredito que reclamar é, sem dúvida, a mais perfeita fuga da autorresponsabilidade. É se eximir dos acontecimento, é tirar o foco dos seus defeitos e erros e culpar o universo ou as pessoas. Convenhamos que não reclamar é bem complicado. Porém, vale a pena se dar um “puxão de orelha” quando perceber que você está reclamando e admitir a sua responsabilidade na situação.

Lei 3 – não buscar culpados

É aquela velha colocação “por que (fazer alguma coisa) se outras pessoas não ajudam”. Graças ao meu crescimento constante consegui eliminar esse tipo de pensamentos. Porém, imagine, qual é a situação de uma pessoa que não muda nada por que ou outros também não fazem? Você acredita que essa pessoa possa ter controle da sua vida e assim chegar onde ela bem entender? Obvio que não. É um caso tipico de passividade absoluta e de falta de autorresponsabilidade sobre a própria vida. Portanto, você deve iniciar por você. Os resultados e as consequências são reflexos das suas atitudes e não da dos outros.

Lei 4 – não se fazer de vitima

Sabe criança quando quer chamar atenção? Pessoas que se fazem de vitima estão querendo exatamente isso, atenção. Muitas pessoas se colocam no papel de oprimidos e coitados para que se sintam amados e queridos. Claro, todo mundo que amor e carinho, mas que tal conseguir admiração em vez de atenção? Seja a pessoa que todos admiram pela força, determinação e maturidade. E não por estar sempre sendo a “mocinha que precisa do herói para salva-la”.

Lei 5 – não justificar seus erros

Esse item quero dedicar um post só para ele, pois tenho muito a falar. Pessoas que justificam erros são pessoas com medo de não atingirem a perfeição esperada. Perfeição é o termo do século, perfeito nos estudos, no trabalho, no relacionamento. Quando se está na vida adulta, você percebe que não vai dar conta de ser bom em tudo, e está tudo bem. Podemos ser pessoas maravilhosas, amadas e queridas também quando erramos. Portanto, se você errar, admita que errou, corrija se possível e aprenda. Aprender com os erros é ser humilde e saber que ainda se tem muito a aprender.

Lei 6 – não julgar as pessoas

O autor traz uma dica muito simples para acabar com os julgamento, que eu estou até testando. A pessoa autorresponsavel não julga as pessoas e sim os comportamentos delas. Achei a colocação fantástica, afinal é a pura verdade. Quando alguém te xinga, você automaticamente xinga a pessoa, e não a atitude errada dela. Isso já mostra que você é exatamente como ela, e está eliminando a sua responsabilidade de provocar a discussão.

Depois dessas leis, você refletiu se tem autorresposabilidade pela sua vida? Se está no controle dela ou está como o Zéca Pagodinho “deixa a vida me levar”? Bora ser mais donos de si, de suas atitudes, das consequências delas e dos resultados positivos?

Gostou do post, compartilha com os seus amigos. E comenta aqui embaixo, você está no controle da sua vida? Se não, quando vai começar a viver de verdade?

Com amor ♥

Mile

 

 

Gostou? compartilhe com seu amigos!

O que achou das dicas? Deixe seu comentário

1 Comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *